E o que você acha que sabe?

Humildade pra mim é admitir sempre que existe mais, que é possível mais. Nunca dizer que é suficiente. O conhecimento e as experiências são melhores do que qualquer armadilha da vida moderna, como o consumo. Quanto mais se tem, mais se quer, e é o que mais se quer. Pensei muito nisso ontem e hoje me deparei com essa ilustração do ótimo Carlos Ruas. Acho que faz sentido, então...

Arvore-do-conhecimento-450x624

Não dá pra ser triste

Todo mundo tem seus dias de cão. Aqueles dias em que os problemas pessoais explodem, o autocontrole não ajuda e no caso das meninas, os hormônios da TPM infernizam. E há dias em que tudo isso vem junto com uma pitada extra de tragédia. E nesses dias fica praticamente impossível não se entregar. Mas de um desses dias me veio uma lição, que hoje estou saboreando com a felicidade de aluno que acabou de aprender algo importante. E a lição meus caros, é a de que não dá pra ser constantemente triste.

E no meu caso, não dá pra ser triste por mais de um dia, ou no caso de uma tristeza profunda, alguns poucos dias. Cada um de nós tem uma essência, que vai sendo moldada pelas lições que aprendemos e pela busca do autoconhecimento. E no manual da minha essência está escrito que eu não nasci pra ser triste.

Uma pessoa que é constantemente triste torna-se um fardo, para ela e para quem está à sua volta. Pense naquele seu conhecido pra quem a vida nunca tá boa e pra tudo há um porém. Desagradável, não é mesmo? Nos dias em que estou assim sempre termino o dia com uma carga energética ruim, o peso daquele constrangimento de incomodar as pessoas. Sim, ser triste me deixa constrangida.

Isso não significa nunca ser triste. Somos humanos e é impossível sermos tão lineares. Eu entendi que devo aceitar a tristeza, com o cuidado de encará-la como aquele sumo de limão que às vezes a gente toma só pra desintoxicar o organismo: um elemento de expurgação. E nesse momento se isolar um pouco e olhar pra si é a melhor forma de lidar com a tristeza: deixe-a lavar sua alma, sugar suas energias e fazer com que você chegue ao âmago da sua essência. E tomara que lá, assim como eu, você descubra que não nasceu pra ser infeliz. Depois uma noite de sono pesado e um outro dia sempre virão, melhores e mais bonitos.

Pra terminar, só queria dizer que o oposto também não vale. Ninguém é feliz e risonho 100% do tempo. O meio termo é sempre a melhor alternativa. E o meio termo pra mim é a serenidade. Um dos melhores exercícios pra alcançar esse estado é lembrar sempre que as nossas emoções são cultivadas pelos pensamentos que temos. Mente sã, corpo e espírito sãos.

Então, o que a sua essência diz sobre você?

Sugestão de meditação: acenda uma vela violeta (ou uma luminária de cromoterapia nessa cor) deite-se ou sente-se na posição que achar mais confortável. Pense nas suas atitudes e na sua relação com as pessoas e procure perceber mentalmente se você equilibra seus sentimentos de alegria e tristeza. Procure avaliar se você não está sendo um fardo para as pessoas que você ama. Procure mentalizar suas melhores qualidades, o porque da admiração que as pessoas tem por você. Tendo as respostas que você deseja, comece a canalizar seus pensamentos no sentido de modificar as suas atitudes e assim alcançar a conformidade com sua essência. Sugestão de incenso: lavanda.

Redescobrir (se)

Estou em balanço. E realmente contente que esta semana seja de recesso, pois longe das obrigações é que eu consigo realmente pensar com clareza. 2011 foi um ano intenso: saí de um extremo pra chegar ao outro. E na gana de me reencontrar, trilhei caminhos demais, sem prestar muita atenção à beleza das paisagens que se desdobraram diante de mim.

E agora, depois de quatro dias de completo ócio é que eu percebi essa metáfora. Engraçado como a vida me manda mensagens tão complexas por significações tão singelas quanto as metáforas. E assim eu descobri como deverá ser o meu 2012: de consolidação. Depois de passar por tantos caminhos, é hora de contar com a ajuda da intuição para decidir que em que caminhos continuar e como continuar por eles com um exercício diferente do olhar.

Por isso foi tão importante pra mim parar e refletir. Ver que do ócio, da meditação e do olhar para dentro podemos descobrir tanto sobre nós. Hoje levei para a prática o exercício. Fui passear no centro da cidade com um novo olhar, livre de pressa, de preconceito. E que incrível! Passei a ver história, nuances e matizes nunca antes vistos. Redescobri uma parte de Goiânia.

O exercício me ajudou a olhar com mais carinho para mim mesma: redescobrir minhas nuances, meus matizes, minhas histórias e desejos suprimidos pelo dia a dia. Isso meio que dá um ânimo novo pra pensar em mais um ano de vida, ainda mais um que promete, com direito a Torre no Tarot e retorno de Saturno.

No fim das contas, mesmo que tenha parecido sem sentido, é com o sentimento de redescoberta que sigo na última semana do ano. E essas pequenas conclusões a que chegamos sobre nós mesmos é que compõem a beleza de se auto conhecer. Devo fazer mais alguns exercícios e chegar a mais algumas conclusões sobre mim nesta semana. Por ora é o que desejo compartilhar. Contemple-se para redescobrir-se.

As pessoas são estranhas #1

Ou porque eu não curto essas paradas de fim de ano. Caros amigos, primeiramente não me levem a mal ou me tomem por mal humorada. Sou do tipo que não só abraça o capeta sempre mas se pega com ele loucamente. Entro em tudo, de boa fé. Mas isso não quer dizer que eu concorde com tudo. E abaixo tentarei explicar em poucas palavras o que me irrita no chegado e irritante fim de ano empresarial e coleguístico.

O bendito do amigo secreto

A regra é clara, Galvão: amigo secreto tradicional, desses de provar que você conhece a pessoa e vai dar um presente surpreendente só dá certo entre grandes amigos e olha lá. Do contrário é choro, decepção e miséria. O fim de ano chega e você tem que participar de pelo menos 10 amigos secretos, cada um custando pelo menos 30 dilmas acima. Isso com certeza é invenção do demônio pra levar embora o 13º. O foda é que na maioria das vezes você só sai com aquele camarada para o qual só deu uns dois bom dias na vida.

É muita injustiça ter que provar que conhece o sujeito e escolher o presente ideal. O castigo quase sempre vem dobrado: a qualidade ruim do que você ganha é diretamente proporcional ao azar que você teve tirando o papelzinho. E eu não vou nem entrar no mérito de quando o amigo secreto é de sacanagem. Sempre tem aquela vadia cheia de rancor no coração que aproveita pra dar uma master indireta e gerar discórdia pro resto do ano inteiro. Haja choro, sensibilidade e gerenciamento de crise.

A dica é uma só: stick to the list. Tudo bem que se as pessoas fossem realmente inteligentes acabavam com essa coisa de amigo secreto e ia cada um na loja comprar o seu presente. Mas como as pessoas são estranhas, se ligar na lista de presentes é sempre uma alternativa pra evitar a fadiga.

As confraternizações

Com as feshtas eu nem implico tanto, porque depois de uma certa quantidade de cerveja gratuita eu fico mais feliz que o Bozo. O problema é que quem organiza a festa sempre o faz para si. Eu nem sou a favor de excesso de democracia e essa história de votação e de ~deixa a galera decidir~ é sempre motivo pra mais briga.

Mas uma festa boa é sempre eclética. Na firma tem gente com gosto pra tudo e esses gostos devem ser respeitados, senão a palavra confraternização deixa de ter significado. Depois que a galera já brigou por causa de data, cardápio e tema da festa, sempre vem a pior das brigas: música. Por mim, qualquer festa seria sempre igual: desliga a luz, libera as dorgas, bota o rock'n'roll e deixa o pau quebrar.

Só que tem a turma que quer dançar o forró, o funk, quer dar o cu de cabeça pra baixo e quem organiza nunca entende isso. O resultado é sempre previsível: 40% desiste de ir, e dos 60% que vão, 30% ficam meia hora na festa com cara de cu e vão embora sem desejar Feliz Natal pra ninguém, 15% se diverte sozinho de qualquer jeito porque bebe (MINHA TURMA!!) e os 15% restantes, a patota da organização, realmente se diverte.

Outra coisa que eu acho que devia ser proibida é o tal do acompanhante. Eu sou radical a ponto de achar que nem marido, mulher, namorado e similares deveriam estar presentes. Marido, mulher, namorado e namorada e quase sempre sinônimo de cara de cu. Mas na sociedade goiana, patriarcal e boiadeira, eu nem falo isso muito alto e relevo essas companhias. O pior é que tem a galera que além do respectivo(a), leva o primo, o sobrinho, a mãe e todos os amigos de infância. O resultado é aquele conhecido isolamento, as panelinhas da feshta (se bem que depois de um tempo até o poste vira brother pra mim) e tanta cara de cu que a festa fica parecendo uma estante cheia de disco do Tom Zé.

Bom, é por aí. Eu não sou contra esses momentos, mas gosto quando eles realmente são aproveitados em conjunto e se tornam uma oportunidade de conhecer melhor e criar laços com as pessoas que no dia a dia a gente quase não fala. Pena que as pessoas são estranhas e não conseguem enxergar isso. :~~

 

Querido diário #1

Hoje cheguei a uma conclusão bastante óbvia a meu respeito: sou conflituosa ao extremo. Como disse um amigo, vivo em crise existencial desde que me entendo por gente. Mas hoje encarei isso com um olhar diferente: o conflito é o que me move. É o que me faz seguir em frente, arriscar e não cair num comodismo perigoso para a minha sanidade.

E nesse questionamento interno, percebi que a vida tem que ser muito mais que algumas coisas, todas elas relacionadas a algum apego físico. O apego físico não é de todo ruim, veja bem. O dinheiro e o status nos dão alguns pequenos prazeres que constituem a nossa felicidade e são muito bem vindos. Pra mim o problema sempre foi se tornar escravo de qualquer coisa.

Ontem eu conversava com uma amiga a respeito de pessoas cuja vida gira em torno de dinheiro. Hoje eu comentei que a vida tem que ser muito mais do que alguns rituaizinhos de rotina. Ser feliz, bem sucedido e aceito tem que ser mais que estar preso a essas amarras.

E é sempre esse o meu conflito. E o curioso é que quanto mais eu conquisto, menos escrava eu desejo ser. E mais impelida eu me sinto no sentido de agir. Chegou a hora. Eu quis fazer de 2011 um ano de mudanças, e muita coisa mudou. E agora penso que poderiam ter sido mais, só dependia de mim. E de repente me sinto pronta, me sinto necessitada para mais mudanças...

Vamos ver no que vai dar...

Carta ao vereador Fábio Tokarski

*Pedi que a minha carta fosse entregue na reunião com o assessor do vereador, já que eu não poderia estar presente. De qualquer forma, publico aqui a carta entregue (espero eu!)

Goiânia, 30 de setembro de 2011

Caro professor Fábio Tokarski,
   
Escrevo esta carta pois gostaria bastante de ter estado presente na reunião com o seu assessor hoje, porém não foi possível em virtude dos meus compromissos de trabalho. Assim mesmo faço questão de escrever essa carta para que uma das representantes a entregue. Também publicarei esta carta em um de meus blogs, como forma de publicizar minha opinião.

Há muitos anos essa questão dos cavalos nas ruas me incomoda. Numa situação mais imediata, pela forma como eles são tratados: apanham, trabalham à exaustão, passam fome e sede, ficam presos por cordinhas minúsculas que muitas vezes o impedem até de levantar a cabeça. Já soube de um cavalo que teve os olhos arrancados com uma pá por não conseguir subir uma ladeira, de tão fatigado. E já soube de uma égua que sofria abuso sexual do seu dono todos os dias.

Todos os dias vindo para o trabalho passo por pelo menos três carroceiros e já vi muita coisa. Já xinguei, gritei, parei o carro pra tentar conversar e até dar bronca, nos dias em que estou mais nervosa. Assim como me corta o coração ver uma família pedindo comida num sinal, me corta o coração olhar para esses animais e ver a infelicidade estampada em seus semblantes.

E mais do que isso, me irrita essa inércia da nossa sociedade e dos nossos representantes a esse respeito. Seria meu sonho ver um projeto de lei que banisse os cavalos das ruas e os encaminhasse para santuários ou fazendas, para que possam viver os restos de seus dias com alguma dignidade. Mas sei que esse ideal ainda está longe. E não sou contra o uso de força animal no trabalho, até porque a nossa força de trabalho também está aí para ser explorada. Mas não em cidades, e não com tanta crueldade.

Portanto agradeço imensamente a oportunidade e a sua disposição em ouvir membros da sociedade, e espero que essa não seja a última conversa. Se não podemos atingir neste momento uma situação ideal, comecemos da forma como pudermos. Já seria muito bom ter uma fiscalização mais rígida e alguma forma de punição adequada para os que maltratam esses animais. Acredito muito no poder da educação, na conscientização e no envolvimento dos cidadãos nesse tipo de causa, e precisamos muito de um representante político que nos apóie.

Estou absolutamente à disposição do Estado e da sociedade com o objetivo de amenizar o sofrimento desses animais,


Renata de Souza Prado.

Minha primeira ida a um estádio (ou o dia em que comecei a entender futebol)

Nunca fui muito ligada em futebol, acredito que pela minha criação. Meu pai tinha o time dele e via um jogo vez ou outra, mas nunca na família rolou loucura por futebol. Meu irmão é bastante ligado, mas não era o nosso grande ponto de contato. Mas sempre fui curiosa pra ir a um jogo no estádio, tenho esse lance de sentir as energias.

Há algumas semanas por conta do trabalho me vi obrigada a estabelecer um contato mais íntimo com o futebol. E na última sexta, meio que de repente rolou uma oportunidade de ir ao estádio e eu compreendi um bocado de coisa.

Primeiro, compreendi a relação de amor e ódio que os torcedores tem com o time. Os caras vão lá, pagam entrada, gritam, animam, torcem... E o time apresenta um joguinho meia boca, sem vontade. É que nem no amor, você gasta dinheiro com uma lingerie bonita, se perfuma, ensaia umas técnicas novas. E vem seu namorado com sexo meia boca. É frustrante.

Outra coisa que eu achei legal é que mesmo não entendendo porra nenhuma de lances e jogadas, a gente ainda assim consegue perceber quando o cara tá jogando direitinho e quando ele tá fazendo bobagem. Eu gritei, xinguei, tensionei, me levantei... Enfim, torci. Juro que até senti uma simpatia bacana pela torcida organizada, mesmo sabendo que às vezes os caras são perfeitos animais.

E isso porque fui num joguinho simples, série B. Depois disso passei a ler um blog de futebol (da querida @justnandamota, luluzinha que fala de bola melhor que muito marmanjo!) e estou me envolvendo muito. E estou pensando seriamente em ver Goiás x Vila Nova essa semana, pra sentir uma emoção mais forte.

=]

O que você ganha com isso?

Nesse intenso debate sobre a polêmica da vez na social media (se não sabe do que eu tô falando dá um search aí em social mimimidia ou algo do tipo) em vez de dizer quem está certo ou errado, quem deve ou não deve processar eu faço uma pergunta diferente: o que dá pra ganhar com isso?

Eu fico meio apreensiva ainda quando vejo esse tipo de coisa porque sempre enxergo o prazer em causar mal a outra pessoa como algo meio inexplicável. Se ainda fosse vingança eu poderia entender, mas não. É simplesmente jogar a merda no ventilador pra ver onde é que ela vai cair. E eu consigo entender que as vezes prejudicar o outro nos traz algum benefício e a gente se agarra nisso pra justificar nossas ações. Mas nesse caso eu simplesmente pensei e não consegui encontrar UM motivo sequer. Pelo contrário, se fosse eu a mentora de tal "projeto", eu nunca teria coragem de lançá-lo pois sei perfeitamente que seria fácil me pegarem.

Fica então a reflexão pra vida, em qualquer situação: ônus e bônus devem ser sempre contrabalanceados em nossas ações. A vida segue numa espiral de efeitos: se você é responsável pelo amor, esse amor apenas cresce e contagia. Se você provoca o contrário, o contrário também cresce. E toda energia é cíclica: tudo volta. Eu poderia escrever mais, mas bateu preguiça.

 

Metáfora pro coração

Estava conversando com um amigo muito especial sobre amor e sobre o que as pessoas realmente precisam, e cheguei à conclusão de que cada personalidade precisa de um complemento e isso sempre pode ser traduzido numa metáfora.

Ninguém vive bem completamente sozinho, o amor é essencial, o sexo é essencial. Não importa que tipo de amor, que qualidade de sexo, todos em determinados momentos da vida nos vemos obrigados a dar o braço a torcer e nos abrir pra isso, assumir essa metáfora.

Eu por exemplo, descobri que sou um balãozinho de hélio, vivo nos ares, voando sem rumo muito bem definido. É livre e é gostoso. Mas todo balãozinho quando vai alto demais explode. Por isso descobri que preciso daquele garoto de mãozinha firme que por nada vai deixar seu balãozinho escapar. E assim espero ficar, flutuando pelo ar e ainda assim presa ao chão, por essa mão dedicada, obstinada.

E a mãozinha também precisa do balão, porque no fundo esse garotinho acredita que esse balãozinho preso à sua mão é a projeção e a possibilidade de realizar o seu sonho secreto de voar.

Para @annemada, que sabe do que eu tô falando.

É proibido voltar atrás?

Tentarei ser breve. Escrevo este post não porque fui cobrada ou criticada (não que eu saiba!), ou porque devo satisfações, mas sim porque acredito que há tantos na mesma situação em que eu estive, e eu talvez possa de alguma forma inspirar. Em Janeiro larguei o emprego numa agência de propaganda decidida a nunca mais voltar. E cá estou, em Maio, empregada numa agência, jurando amor eterno à profissão. De certa forma voltei atrás.

Nesse meio tempo muita água correu, eu passei por muito, planos modificaram-se. A realidade é que ter tempo pra botar a cabeça no lugar, e ter uma boa quantidade de tempo ocioso podem fazer muito pela gente. Eu vi os dois lados e percebi que pensar demais pode enlouquecer a gente. Mas aí é que está a beleza da vida, é nisso que a gente acaba se encontrando. Chegar ao fundo do poço nos imprime uma nova visão, e um pouco de necessidade sempre faz bem ao idealismo. E agora cá estou, com a cabeça em ordem, num trabalho que acredito ser o que eu sempre quis, com projetos grandes e promissores, cercada de carinho, reconhecimento e possibilidades. Agora sim eu consigo enxergar a grande mudança que eu queria pra minha vida, e curiosamente é um pouco diferente do que eu planejei.

E é daí que eu tiro a lição que quero compartilhar: nada é imutável e não é proibido de forma alguma voltar atrás. Se você quer promover mesmo uma grande mudança na sua vida, primeiro tenha coragem. Abdicar do comodismo é o passo mais difícil. Não tenha medo de jogar tudo pro alto e fazer planos. Tenha muito amor, humildade e paz em seu coração, pra lidar com todas as dificuldades e aceitar que coisas ruins virão. Seja digno pra promover a sua batalha sem ferir ninguém, a melhor arma é sempre o seu melhor sorriso, mesmo na pior hora.

E principalmente, não se adjetive e permita-se voltar atrás quando necessário. Cada um tem consciência de suas capacidades e não há nada de errado em não ser modesto. Não há idade, sexo ou maneira para o sucesso. A resposta está em cada um de nós e é como um tesouro que precisa ser encontrado. E se em algum momento dessa descoberta você perceber que assim como eu estava no caminho correto, e tudo o que precisava era caminhar numa toada diferente, não tenha medo de críticas. Confie em você mesmo, não veja a felicidade num fim, veja-a pelo caminho. E tenha uma boa jornada, em paz.

Assinado: uma perdida que perambulando por aí acredita piamente ter reencontrado uma boa razão pra não parar de acreditar.